Natalia

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Met Opera Tour no Japão

In Fofoquinhas on June 12, 2011 at 3:14 am

Os 350 membros do Metropolitan Opera incluindo: cantores, orquestras, bailarinos, coro e os funcionários encarregados de fazer a mágica acontecer. Estão na cidade de Nagoya para apresentar as seguintes óperas: Lucia di Lammermoor, La Bohème e Don Carlo. Os maestros serão Fabio Luisi e Gianandrea Noseda, entre os cantores estão: Marina Poplavskaya, Marcelo Álvarez, Rolando Villazón, Alexey Dolgov, Diana Damrau, Barbara Frittoli, Ildar Abdrazakov, Piotr Beczala, Dmitri Hvorostovsky, Mariusz Kwiecien, Yonghoon Lee, Željko Lučić e René Pape.

Mas quem anda roubando a cena nessa tour é Alexander, o filho de oito meses da Diana Damrau.

Com o amiguinho Rolando Villazón.

Dando aquela força pro Gianandrea Noseda.

Para maiores detalhes aqui.

Marcelo Alvarez, um tenor á antiga

In Artigos, Fofoquinhas on April 24, 2010 at 2:58 am

Estava a procura de um post para o blog e dou de cara com um artigo sobre um tenor argentino no The New York Time online. Bom, não sei da maioria, mas eu fico extremamente feliz quando vejo cantores latinos americanos sendo bem vistos lá fora e fazendo trabalhos que me orgulham profundamente em ser latina e brasileira. Mas estava prestes em escrever sobre cantores brasileiros e quando comecei a ler  o artigo, achei a trajetória e a postura dele muito interessante.

Seu debut em ópera aconteceu aos 30 anos de idade, bastante incomum para contores de líricos, que normalmente fazem seu debut por volta dos 26 anos, ás vezes bem mais cedo.  Ele estudou música aos 17, mas teve que abandonar, só podendo retornando aos palcos com 30, quando mudou para Itália com mulher e filho.  Por essa trajetória tão distinta ele se recusa ao rótulo de divo, diz: “Não, não, não! Não sou uma criança mimada! Eu não faço isso o tempo todo. Mas não quero que as coisas sejam importas a mim, como se eu fosse uma máquina!”. Se referindo ao fato que constante mente bate discute suas ideia com o maestro e diretores artistícos. Principalmente por não saber quanto tem o resta, privilegiando viver a sua maneira e passificamente.

Sobre a sua postura como cantor diz: “Eu não venho do mundo da ópera que eu não tenho os traumas que muitos cantores têm. Eles estudaram em conservatórios, onde você ouve os cantores do passado e que deseja ser como eles. Mas eu não tenho isso. Eu canto por instinto, do jeito que eu quero cantar “.

Achei esse vídeo no youtube e tirem seus próprias conclusões sobre este cantor:

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